Direito à Proteção de Dados agora é Direito Fundamental

Além do polêmico – e repetido – adiamento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o tema também ganhou destaque durante a pandemia causada pelo coronavírus, ante a possibilidade de compartilhamento de dados pessoais das empresas de telefonia. Em recente julgamento do Supremo Tribunal Federal, a questão foi abordada e a proteção aos dados pessoais ganhou status de direito fundamental. Confira!

Direito à Proteção de Dados agora é Direito Fundamental

A proteção de dados pessoais tem estado em evidência, principalmente em razão da entrada em vigor, pelo menos em parte, da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n. 13.709/18), em 15 de agosto deste ano, caso a Medida Provisória n. 959 não seja convertida em lei.

De impactos esperados tão significativos como quando da entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, a proteção de dados pessoais, apesar de tema antigo, somente agora vem ganhando notoriedade, sendo certo que, até pouco tempo atrás, muitos sequer sabiam que dados pessoais eram direitos da pessoa natural.

A recente polêmica de compartilhamento de dados pessoais de usuários por empresas de telefonia com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, a fim de criar estatísticas oficiais que pudessem ajudar no controle da pandemia causada pelo coronavírus, trouxe à tona a importância dos dados pessoais e seu status de direito da personalidade, culminando com importante julgamento da questão pelo Supremo Tribunal Federal.

Em 06 e 07 de maio de 2020, o STF realizou julgamento histórico de cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade, ajuizadas pela Ordem dos Advogados do Brasil e por partidos políticos, que questionavam a constitucionalidade de dispositivos da MP 954, que permitia o compartilhamento de dados pessoais por empresas de telecomunicações durante a pandemia.

A Suprema Corte entendeu, assim, pela suspensão da eficácia da MP 954/2020, por carrearem verdadeiras ofensas a direitos fundamentais, como intimidade, privacidade e proteção de dados. Foi a primeira vez que o órgão máximo da Justiça no Brasil afirmou serem os dados pessoais direitos fundamentais, o que com certeza merece maior atenção.

Enquanto direito fundamental, a proteção de dados merece total tutela estatal, seja cuidando para não interferir indevidamente neste direito, seja assegurando-o a todos os cidadãos.

A proteção de dados está diretamente ligada à privacidade, intimidade e livre desenvolvimento da pessoa humana. Sua valorização como direito fundamental demonstra um grande passo do Brasil em direção à tutela desses direitos, em consonância com a União Europeia e demais países de vanguarda, que já possuem legislação de proteção de dados, a exemplo da LGPD, tão aguardada.

Especialistas em Inventários, principalmente na harmonização com problemas sociais/empresariais e tributários deles decorrentes, além das ações de divórcio, consensual ou litigioso, ações de guarda, regulamentação de visitas, fixação, revisão e execução de alimentos, adoção, investigação e negatória de paternidade, planejamento sucessório, holding familiar e demais outras.

Nossa atuação consiste em ações de aposentadoria, seja por idade, tempo de contribuição, rural, especial, concessão de benefícios sociais, como LOAS para idoso e deficientes físicos, bem como análise e revisão de benefícios já concedidos. Também atuamos de maneira sistemática, traçando planejamento previdenciário de pessoa física.

Atuação na área de proteção de dados pessoais, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, Lei n. 13.853/2018. Atendimento para exercício dos direitos do titular de dados, bem como amparando as empresas a cumprir as determinações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD, e às requisições dos titulares de dados pessoais. Realizamos Programas Personalizados de Implementação de Proteção de Dados e atuamos como DPO – Data Protection Officer ou Encarregado “as a service”, ou seja, como profissional de proteção de dados terceirizado, nos termos do artigo 23, III, da LGPD. “O processamento de dados pessoais de maneira profissional significa garantia de qualidade, gerenciamento de segurança e governança” (EXIN).

O Direito Civil é uma das nossas especialidades, no qual nosso Escritório tem vasta experiência, atuando principalmente em execuções, cobranças, obrigações, direitos reais e pessoas naturais, pessoas físicas e jurídicas.

O Direito Empresarial abrange todos os direitos e obrigações que circundam o mundo empresarial, desde a constituição da pessoa jurídica até seu encerramento, se o caso. Ramo fortemente aliado aos Contratos, é trabalhado por nossa equipe na forma administrativa, voluntária, contenciosa, preventiva e consultiva.

No campo do Direito Empresarial merece destaque, também, a estruturação de bens de pessoas físicas e/ou jurídicas através da constituição de Holding Familiar que, além de diminuição de carga tributária, auxilia o planejamento sucessório.

Confeccionamos e analisamos todos os tipos de contratos, como compra e venda de bens móveis, imóveis e quotas sociais, mútuo, aluguel, prestação de serviços e demais obrigações. Também prestamos este serviço para contratos sociais de empresas e holdings familiar.

Nossa atuação consiste em ações de aposentadoria, seja por idade, tempo de contribuição, rural, especial, concessão de benefícios sociais, como LOAS para idoso e deficientes físicos, bem como análise e revisão de benefícios já concedidos. Também atuamos de maneira sistemática, traçando planejamento previdenciário de pessoa física.